A bailarina,
tão pequenina, quer se mostrar.
Toda graciosa,
deliciosa, começa a encantar.
Dança pra lá,
roda desequilibrada,
dá um pulinho e abre um sorriso.
Volta pra cá,
bem concentrada,
levanta os bracinhos e sem dar aviso
emociona
percebe o sentimento, é danada
se empolga nos movimentos, não se faz de rogada
faz plié, arabesque, passé, demi-plié, sissone.
En avant, en arrière, à la second
do seu jeito, imperfeito
como manda a imaginação
e impressiona, adiciona
um pouco mais de orgulho e emoção.
(No seu mundo de fadas, monstros e princesas
Constrói sua personalidade, aquilo que a torna única e especial)
Como não amar profundamente?
Como não apagar da mente
a arte recente, o choro freqüente?
A bailarina, tão amada e querida,
me deu com sua dança inesperada e corrida
Te amo, caçula. Tanto que dói.


Coisa mais linda da tia Dadá! Raiva que vcs não me chamaram para ver ela dançando... e eu ainda não vi o vídeo...
ResponderExcluirTia Dadá!
Atualizaaa!!! Virou meu blog preferido... entro todo dia de manhã...rsrsrs
ResponderExcluirTe amo, amigo! Sempre!
Dadá
Lindaaaaa....(Lágrimas)
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